terça-feira, 8 de maio de 2012

Texto - tipos e gêneros

O texto tem organização e estrutura próprias que definem o seu sentido, e este lhe permite ser objeto de comunicação entre dois sujeitos: destinador e destinatário. O texto é um todo com significado e com o objetivo de comunicação.

Texto

Existem várias definições para texto. É fundamental saber que um texto é uma ocorrência linguística dotada de certa formalidade, o que lhe dá sentido e lhe permite exercer a sua função sociocomunicativa. Os estudos mais comprometidos com o texto fazem parte da Linguística Textual. Esse ramo da ciência linguística que pode levar o estudo para além da frase e até além do próprio texto.
Um texto tem que ter uma estrutura tal que, ao longo do seu percurso, a relação entre seus elementos sejam mantidas. Estas são as relações de coesão e coerência, sem as quais o texto perde o seu sentido ou se torna monótono. Conforme a função à qual o texto se destina, o texto fica enquadrado num certo tipo de gênero. Cada tipo de texto seleciona um tipo de leitor, exatamente por querer cumprir uma certa finalidade.

Tipos de textos

O modo de se estabelecer a interação entre texto e leitor é o que vai determinar o tipo de texto. Isso significa que o tipo é caracterizado pela natureza linguística de sua construção teórica, ou seja, por seus tempos verbais, aspectos lexicais e sintáticos, relações entre seus elementos. Os principais tipos textuais são:
descritivos, dissertativo, narrativo, argumentativo, expositivo, injuntivo.

Os gêneros de textos

Se o tipo é organizado pelos seus elementos formais, o gênero é caracterizado pelo estilo do texto, pela sua função sociocomunicativa, ou seja, para o fim a que se destina. Surgem, pois, vários gêneros (orais e/ou escritos):
bula de remédios, bilhete, narrativas, artigos de opinião, crônicas, romances, receitas, classificados, reportagens jornalísticas, carta pessoal, carta comercial, catálogos, lista telefônica, telefonema, email, cardápio, chat, manual de instruções, resenha, outdoor, plano de aula, aula virtual, resumo, charge, boletim de ocorrência, edital de concurso, relatório, piada, conversação comum, conferência, sermão, romance, biografia, horóscopo, reunião, etc.

Tipos e gêneros podem conviver num mesmo texto, mas normalmente um predomina. Textos dissertativos argumentativos podem trazer cenas descritivas, e vice-versa. Assim sendo, um texto, por exemplo, do gênero carta, pode ser do tipo narrativo, argumentativo, etc. Um romance pode trazer trechos descritivos, embora seja predominantemente narrativo. Numa bula de remédio estão presentes três tipos: descritivo, dissertativo e injuntivo. Na fábula, o narrativo e argumentativo. Concluímos que, um mesmo tipo de texto pode ocorrer em vários gêneros.

O cão e o osso

O cão e o osso
Um dia, um cão ia atravessando uma ponte, carregando um osso na boca.
Olhando para baixo, viu sua própria imagem refletida na água. Pensando ver outro cão, cobiçou-lhe logo o osso e pôs-se a latir. Mal, porém, abriu a boca, seu próprio osso caiu na água e se perdeu para sempre.
Moral: Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
(disponível em: www.dominiopublico.gov.br/.../DetalheObraDownload.do?select...acesso:21/08/11)

Trabalhando conhecimentos

1. Gênero: fábula.
2. Sobre o autor da fábula – Esopo: escritor grego, viveu no século V a.C., considerado o maior escritor de fábulas da Grécia. A Grécia é um país europeu, próximo à Asia – sua capital: Atenas.
3. Principais características das fábulas:
- textos com linguagem simples;
- geralmente curtos, estilo narrativo e bem humorados;
- mensagem do texto direcionada ao comportamento humano;
- no final trazem uma nota chamando atenção para a moral da história.
- os personagens que representam animais nas fábulas agem como se fossem humanos.
http://www.lpeu.com.br/a/Texto-tipos-e-g%C3%AAneros.html/http://www.lpeu.com.br/a/O-cão-e-o-osso.html

sábado, 5 de maio de 2012

Pietá: a obra-prima de um Michelangelo

Pietá: a obra-prima de um Michelangelo
Hans Memling: Pietà na Capela Real de Granada (1475)




Luis de Morales: Pietà (1560)

El Greco: Pietà (1571)


Vitral da Basílica de Nossa Senhora de Fourvière, perto de Lyon

Pietà de Manuel de Araújo Porto-Alegre (séc XIX)

As Primeiras Pietá surgiram em finais do século XIII na Alemanha, onde é chamada Vesperbild de sua origem em terras germânicas, o tema expandiu-se para outras regiões da Europa ao londo da idade média expressando-se com frequência tanto na escultura como na pintura.

Aparentemente as imagens medievais eram destinadas a contemplação mística dos fiéis, permitindo que o devoto se sentisse presente no momento do abraço sofrido entre Maria e Jesus. Nesse sentido, a Pietá era uma imagem de devoção como crucifixo, é por isso que era representada por outras personagens da Paixão de Cristo, com o passar do tempo também surgiram representações de Maria e Jesus morto acompanhados por José de Arimatéia, Nicodemos, Maria Madalena e outros personagens, representações estas chamadas lamentações de Cristo pelos Historiadores da arte.

A mais famosa Pietá é seguramente, a Pietá do Vaticano, esculpida em mármore por Michelangelo em 1499.


















Trabalho Pietá Michelangelo

Michelangelo

Michelangelo Buonarroti nasceu no dia 6 de março de 1475 na Toscana, Itália, filho de magistrado da república florentina que naquela época era o centro do movimento Renascença. Aos treze anos Michelangelo foi aprendiz de Domenico Ghirlandaio, importante pintor de afrescos (pintura descritiva em paredes) de Florença. Porém a escultura logo ocupou lugar de destaque em suas ambições, embora não se saiba como se aperfeiçoou na técnica.

Nos anos da década de 1490 passara tempos difíceis em Florença, então ele foi procurar encomendas em Roma no ano de 1496, onde devido a um patrocínio generoso foi-lhe  possível criar a sua primeira obra-prima,a maravilhosa Pietá, exposta na Basílica de São Pedro. 


Pietá


Pietá é uma representação de Cristo na crucificação, deitado no colo da sua mãe sofredora. Durante o séc. XV, o tema era comum na França e na Alemanha, porém pouco conhecido na Itália, e a magnífica obra de Michelangelo foi, na verdade, encomendada pelo cardeal – Jean Bilhéres de Lagraulas para sua tumba na antiga Basílica de São Pedro, em Roma. Michelangelo quase que certamente tinha por objetivo se tornar famoso através desse trabalho (o que de fato aconteceu), esculpindo de forma detalhada o panejamento e dando às superfícies requintado acabamento, o que não julgou necessário empregar em trabalhos posteriores. O problema de dar vida ao trabalho foi triunfantemente resolvido pela técnica imperceptível da ilusão: o colo da virgem é imensamente amplo e volumoso, e caso ela se levantasse, teria mais de dois metros de altura. A Maria de Michelangelo é tão jovem quanto seu filho. Como era moda no auge da Renascença, ambas as figuras são fisicamente belas, e a atmosfera é de nobreza e de contida emoção. Continua a ser umas das mais impressionantes visões da Basílica de São Pedro.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Apresentação

Olá,


Bem vindo ao Blog do Grupo Cerzindo Ideias da turma de Letras de 1º Semestre da Unidade UNIP Paraíso/Vergueiro. Nosso Blog tem como objetivo a divulgação de temas relacionados à área de Letras para fins informativos a qualquer indivíduo interessado no assunto. Curiosidades e conceitos importantes encontrados na Bibliografia do Curso serão abordados de maneira interativa e por meio de novas tecnologias da comunicação.


O Blog será avaliado e acompanhado de perto pela Professora Joana Ormundo levando em conta conceitos pertencentes a matéria de Gêneros Textuais.


OS PARTICIPANTES DO NOSSO GRUPO SÃO:
José
Luísa
Thiago
Eliana
Agnaldo